Friday, September 29, 2006

EESTUDO NO LIVRO DE GÊNESIS

Os irmãos de José sabem agora que o governador do Egito, a quem todas as glórias pertencem, é nada menos que aquele a quem eles tinham odiado e rejeitado. Ele não apenas está vivo,, mas todas as coisas estão sujeitas a ele (vide Hebreus 2:8). E a conduta criminosa deles tinha sido o meio preciso para o cumprimento de seus sonhos. Que confusão deve ter provocado em seus corações quando viram a sublime graça da qual José é a provas viva. José não se vingou; ele agora nem mesmo reprovava; ele só queria a felicidade de seus irmãos! E, quanto ao seu coração, estava cheio de gozo, semelhante ao do pastor quando encontra a ovelha perdida. Agora é dada aos irmãos uma feliz notícia, boas novas: ir ao pai deles e lhe contar sobre a glória da pessoa que os perdoou. Essa é também a nossa missão, queridos redimidos do Senhor; devemos contar aos outros, começando pelos nossos parentes mais próximos, o que temos encontrado em Jesus e narrar toda a Seu glória a Seu Pai, nas reuniões para adoração.

COMENTÁRIOS

45.1 José se deu a conhecer, só depois que se certificou do novo coração de que seus irmãos estavam possuídos. José, como o próprio Deus, bem sabia que a disposição mais generosa para perdoar, busca a certeza necessária quando ao arrependimento real, verificado no ofensor, antes de segura e saudavelmente entregar-se à empresa de derramar lágrimas de verdadeira reconciliação.
* N. Hom. 45: 3-15 Auto revelação pela qual José se dera a conhecer, é um retrato da auto-revelação divina: 1) Sua plena condescendência, movida por sublime amor, o reduz à condição de unir-se aos indignos (cf Fp 2.7,8 e 2 Co *.9); 2) O método pessoal, não mediante alguma instituição, mas, tão somente isto: “eu sou José” – é tudo quanto se faz necessário para uma auto-revelação (cf Jo 6.20); O poder – algo que suscita temor e consciência de reprovação em face do pecado antes cometido e seguido, porém, da paz que o perdão proporciona; 4) Resultado – reconciliação, proteção e participação irrestrita nos inefáveis tesouros (cf O Filho Pródigo, lc 15.22,23, Rm 8.17); 5) Responsabilidade – anunciai : a) que Jesus vive; b) que está em elevada posição; c) que Ele deseja ter contigo toda a família, que se encontra sob duras provações.
45. 5-9 Outra vez deparamos o tema central do relato – todos os acontecimentos são conduzidos pela graciosa mão divina que pode fazer com que provenham boas coisas dos males que afligem os homens (cf Sl 76.10). Observem-se as quatro vezes nas quais se faz referência a Deus como o Agente que ordena os acontecimentos verificados na existência de José.
45. 8 Pai de Faraó é a tradução do hebraico ab, mas também e fiel para a palavra egípcia “vizier”, cuja significação é “primeiro ministro”. Muito provavelmente é esta a melhor tradução o que, insistimos, é indício certo quanto às fontes das quais o relato é oriundo, que são egípcias, portanto, não sendo o produto de composição feita muitos séculos depois na Palestina, como pretendem alguns eruditos partidários da alta Crítica.
45. 10 A terra de Gósem, presentemente “Wadi Tumilar”, estreita faixa de terra
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