e
se manifestar. Contudo, a graça divina era evidente para com ele e sua família. O Senhor tinha respondido à sua oração do capítulo32 versículo 11 ao mudar o coração de Esaú (v.4). E, para enfatizar que isso realmente era obra de Deus, que os presentes cuidadosamente preparados por Jacó tinham sido todos desnecessários para que o ânimo de Esaú lhe fosse favorável, o versículo 8 nos mostra que seu irmão nem mesmo compreendeu o significado daquilo. Apesar disso, constatamos que os temores do pobre Jacó reaparecem. Quando Esaú queria protege-lo, ele bem que poderia ter testemunhado de sua confiança na proteção de um Deus todo-poderoso. Em lugar disto, ele se esquiva ao mentir que ia para Seir, sendo que, na verdade, estava partindo para Sucote. Depois disto, o que ainda é pior, ele adifica para si uma casa (v.17) e compra um campo (v.19), negando assim duas vezes sua posição como estrangeiro na terra. Logo surgem as conseqüências deste ato: resultam em associações que conduzem à desonra de sua filha e à terrível vingança de seus dois filhos, o triste assunto do capítulo 34.
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33. 10 Jacó insistia em que Esaú aceitasse o presente porque era somente mediante tal aceitação que ele poderia certificar-se de que estava perdoado e que passaria a reinar a paz entre os dois (cf. NCB, p 110).
30. 17 Sucote, significa “ramos”. Distava poucos quilômetros ao ocidente de Peniel e ao oriente do Jordão.
33. 18 São e salvo, poderia ser traduzido por “em paz”. Pode ser que tenha referên –cia ao voto que Jacó tinha feito (28.21).
33. 19 Siquem é, aqui, o filho de Hamor. Também era o nome da cidade onde Jacó comprara certa área de terra, subseqüentemente outorgada a José que, ao que sabemos, foi ali sepultado (18 e Josué 24.32). A referida cidade ficava próxima ao sopé do monte Gerizim, cerca de 80 quilômetros ao norte de Jerusalém. Tinha sido o primeiro acampamento de Abraão dentro dos limites da Palestina (Gn 12.6), sendo, também, o local onde ficava o Poço de Jacó (cf Jo 4.6) e, ainda o Carvalho de More, sob o qual, provavelmente, Jacó enterrou os deuses domésticos que Raquel furtara de Labão (35.4).
33. 20 O nome do altear em hebraico é El-Elehe-Israel e significa “Deus (o Onipotente) é o Deus de Israel”. Este nome faz lembrar a nova relação estabelecida com Deus (cf32.29) e marca o cumprimento do voto registrado em Gn 28.21 no sentido da glorificação a ser tributada a Deus que se tinha manifestado tão poderoso em trazê-lo de volta, são e salvo, depois de vinte anos de ausência. Tenha-se em lembrança que também Abraão ali tinha erigido um altar ao Senhor (Gn 12.7).
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33. 10 Jacó insistia em que Esaú aceitasse o presente porque era somente mediante tal aceitação que ele poderia certificar-se de que estava perdoado e que passaria a reinar a paz entre os dois (cf. NCB, p 110).
30. 17 Sucote, significa “ramos”. Distava poucos quilômetros ao ocidente de Peniel e ao oriente do Jordão.
33. 18 São e salvo, poderia ser traduzido por “em paz”. Pode ser que tenha referên –cia ao voto que Jacó tinha feito (28.21).
33. 19 Siquem é, aqui, o filho de Hamor. Também era o nome da cidade onde Jacó comprara certa área de terra, subseqüentemente outorgada a José que, ao que sabemos, foi ali sepultado (18 e Josué 24.32). A referida cidade ficava próxima ao sopé do monte Gerizim, cerca de 80 quilômetros ao norte de Jerusalém. Tinha sido o primeiro acampamento de Abraão dentro dos limites da Palestina (Gn 12.6), sendo, também, o local onde ficava o Poço de Jacó (cf Jo 4.6) e, ainda o Carvalho de More, sob o qual, provavelmente, Jacó enterrou os deuses domésticos que Raquel furtara de Labão (35.4).
33. 20 O nome do altear em hebraico é El-Elehe-Israel e significa “Deus (o Onipotente) é o Deus de Israel”. Este nome faz lembrar a nova relação estabelecida com Deus (cf32.29) e marca o cumprimento do voto registrado em Gn 28.21 no sentido da glorificação a ser tributada a Deus que se tinha manifestado tão poderoso em trazê-lo de volta, são e salvo, depois de vinte anos de ausência. Tenha-se em lembrança que também Abraão ali tinha erigido um altar ao Senhor (Gn 12.7).
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