E ESTUDO NO LIVRO DE GÊNESIS
Mas se ele tivesse confiado que Deus lha daria em lugar de agir por meio de engano e mentira, não a teria recebido de qualquer maneira? Sem dúvida! Deus havia declarado antes de seu nascimento: “O mais velho servirá ao mais moço” (25:23) e não podia deixar de cumprir Sua palavra, nem permitir que acontecesse um equívoco. Dessa forma Jacó poderia poupar-se tanta dor e perda de tempo. O caminho do Senhor para conosco é sempre direto e sem rodeios, porém muitas vezes o complicamos por meio de nossas infelizes interferências.
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27.1 Isaque contava já com cento e trinta e sete anos de idade e deve ter admitido que a morte estava próxima, embora, na realidade, tivesse vivido até os cento e oitenta anos (35.28).
27.13 Parece que Rebeca depositava tanta confiança na palavra da promessa (25.23) que nem temia a eventualidade da maldição, nem admitia como ação repreensível, o emprego do engano com propósito de desviar para Jacó a bênção de Isaque. Impulsionada por sua parcialidade para com Jacó, ela não descansara na providência divina.
27.16 Não se tratava aqui de espécie européia de cabrito, cuja pele não seria propícia para consumar-se o engano. Mas propriamente, tratava-se do camelo-mirim que existia no Oriente e cuja pele negra, semelhante à seda, chega a ser usada mesmo pelos romanos como substituição ao cabelo humano.
27.27 O direito de primogenitura que Esaú tinha vendido a Jacó consistia no que era pertinente ao filho mais velho, isto é, na herança paterna de porção dupla, na situação mais elevada na hierarquia social a que o pai pertencia como principal da família do clã, e como membro destacado da comunidade. A bênção se distingue da primogenitura por ser mais espiritual. Era a invocação paterna do favor divino sobre o filho. Neste caso, a súplica de Isaque no sentido de que Jacó recebesse a promessa que Deus fizera mediante Abraão e o próprio Isaque, de que seria uma bênção e portador de bênção para o mundo, era algo de caráter espiritual, para o que, Esaú jamais estaria capacitado, e, mesmo Jacó, teria de passar pela disciplina especial de Deus.
27.28 Nesta parte do mundo, onde são escassas as chuvas, o orvalho é de extrema importância para propiciar o crescimento da vegetação e a fertilidade da terra, sendo, por conseqüência, objeto de muitas referências a ele como se fosse prova de bênção (cf Dt 23.13-18, Os 14.5 e Zc 8.12).
27.29 Observam-se os três principais elementos constantes da promessa de Deus a Abraão (12. 2,3; 15.18 e 17.2,8); 1) a posse da terra; 2) o desfrute pleno dos produtos da terra e uma posteridade numerosa capaz de exercer hegemonia sobre outras nações. Todos estes elementos se encontram na bênção proferida por Isaque. O último elemento referido não está bem distinto.
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27.1 Isaque contava já com cento e trinta e sete anos de idade e deve ter admitido que a morte estava próxima, embora, na realidade, tivesse vivido até os cento e oitenta anos (35.28).
27.13 Parece que Rebeca depositava tanta confiança na palavra da promessa (25.23) que nem temia a eventualidade da maldição, nem admitia como ação repreensível, o emprego do engano com propósito de desviar para Jacó a bênção de Isaque. Impulsionada por sua parcialidade para com Jacó, ela não descansara na providência divina.
27.16 Não se tratava aqui de espécie européia de cabrito, cuja pele não seria propícia para consumar-se o engano. Mas propriamente, tratava-se do camelo-mirim que existia no Oriente e cuja pele negra, semelhante à seda, chega a ser usada mesmo pelos romanos como substituição ao cabelo humano.
27.27 O direito de primogenitura que Esaú tinha vendido a Jacó consistia no que era pertinente ao filho mais velho, isto é, na herança paterna de porção dupla, na situação mais elevada na hierarquia social a que o pai pertencia como principal da família do clã, e como membro destacado da comunidade. A bênção se distingue da primogenitura por ser mais espiritual. Era a invocação paterna do favor divino sobre o filho. Neste caso, a súplica de Isaque no sentido de que Jacó recebesse a promessa que Deus fizera mediante Abraão e o próprio Isaque, de que seria uma bênção e portador de bênção para o mundo, era algo de caráter espiritual, para o que, Esaú jamais estaria capacitado, e, mesmo Jacó, teria de passar pela disciplina especial de Deus.
27.28 Nesta parte do mundo, onde são escassas as chuvas, o orvalho é de extrema importância para propiciar o crescimento da vegetação e a fertilidade da terra, sendo, por conseqüência, objeto de muitas referências a ele como se fosse prova de bênção (cf Dt 23.13-18, Os 14.5 e Zc 8.12).
27.29 Observam-se os três principais elementos constantes da promessa de Deus a Abraão (12. 2,3; 15.18 e 17.2,8); 1) a posse da terra; 2) o desfrute pleno dos produtos da terra e uma posteridade numerosa capaz de exercer hegemonia sobre outras nações. Todos estes elementos se encontram na bênção proferida por Isaque. O último elemento referido não está bem distinto.
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