E ESTUDO NO LIVRO DE GÊNESIS
negócios terrenos e a se dispor ao lugar onde o Senhor prometeu a Sua presença, para adora-Lo em espírito e em verdade. Mas, antes que pudesse obedecer, como Jacó bem sabia, algo era essencial. Suas tendas ocultavam coisas impróprias à santa presença de Deus – mesmo que fossem apenas os ídolos domésticos de Labão que permaneciam na tenda de Raquel. Tolerados tanto tempo, esses “deuses estranhos” deviam ser implacavelmente lançados fora antes da apresentação perante o Senhor. Somente então Jacó pôde subir a Betel, um lugar que ele agora não considera mais “terrível”. Ali ele edifica um altar, lembrando com gratidão as bênçãos que tinha recebido, e ouve de Deus a confirmação de todas as Suas promessas. Quando o adorador julga e abandona o que era incompatível com o seu elevado serviço, é coberto na presença de Deus de numerosas bênçãos de imensurável valor.
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35. 2 Jacó reconhece, na chamada divina para que retornasse a Betel, a necessidade de renovar as relações estabelecidas com Deus, mediante a abolição da idolatria, que lhe transformara o ambiente doméstico.
35. 4 Os pendentes eram usados por ambos os sexos e pelas crianças (Ex 32.2). Alguns pendentes eram usados por motivos de idolatria, como amuletos (cf Is 3.20) e, portanto, impunha-se que fossem removidos nessa ocasião.
35. 7 Jacó erigiu, então um altar, ali em Betel, de acordo com o mandamento do Senhor (1) e chamou-se El-Betel, isto é,”Deus de Betel”, atribuindo maior importância ao Deus a quem prestava culto e não ao lugar.
35. 8 “Alom-Bacute” significa “Carvalho de choro”.
35. 9 “Outra vez” traz a sugestão da renovação e da reconciliação ali efetivada. Nenhuma barreira mais existia entre Jacó e o seu criador. A ocasião foi propícia para trazer à lembrança o nome novo, Israel, com as implicações respctivas.
35. 11 El Shaddai. Ver nota sobre 17.1.
35. 13 O aparecimento de Deus era tanto visível como audível. Trata-se de outro exemplo de teofania.
35.14 A coluna ( Massebah) era um memorial do aparecimento de Deus. A ereção de colunas memoriais perdurou até muito mais tarde, no tempo de Abraão (2Sm 18.18). Visto como as colunas faziam parte integrante dos degradantes ritos religiosos cananitas, houve proibição no sentido de que se erigissem colunas ao lado do altar do Senhor, nos termos de Israel (cf Dt 16.22 e Os 10.2). A libação oferecida era geralmente derramada ao Senhor. Jamais deveria ser bebida (cf Nm 15.5-7 a respeito da referida libação como parte do culto em Israel). Sugere-nos a pessoa do Senhor Jesus que “derramou sua alma na morte” como sacrifício pelos homens (cf Sl 22.14 e Is 53.12).
* N. Hom. 35.15 O viver em comunhão com Deus ( isto é, em Betel) implica no seguinte: 1) Abolição de todos ídolos.(4); 2) Mudança do nome (10), que corresponde ao novo nome em Cristo (At 11.26); 3) Confiar em suas promessas (11-12); 4) Ver e ouvir a Deus (9, 13,14).
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35. 2 Jacó reconhece, na chamada divina para que retornasse a Betel, a necessidade de renovar as relações estabelecidas com Deus, mediante a abolição da idolatria, que lhe transformara o ambiente doméstico.
35. 4 Os pendentes eram usados por ambos os sexos e pelas crianças (Ex 32.2). Alguns pendentes eram usados por motivos de idolatria, como amuletos (cf Is 3.20) e, portanto, impunha-se que fossem removidos nessa ocasião.
35. 7 Jacó erigiu, então um altar, ali em Betel, de acordo com o mandamento do Senhor (1) e chamou-se El-Betel, isto é,”Deus de Betel”, atribuindo maior importância ao Deus a quem prestava culto e não ao lugar.
35. 8 “Alom-Bacute” significa “Carvalho de choro”.
35. 9 “Outra vez” traz a sugestão da renovação e da reconciliação ali efetivada. Nenhuma barreira mais existia entre Jacó e o seu criador. A ocasião foi propícia para trazer à lembrança o nome novo, Israel, com as implicações respctivas.
35. 11 El Shaddai. Ver nota sobre 17.1.
35. 13 O aparecimento de Deus era tanto visível como audível. Trata-se de outro exemplo de teofania.
35.14 A coluna ( Massebah) era um memorial do aparecimento de Deus. A ereção de colunas memoriais perdurou até muito mais tarde, no tempo de Abraão (2Sm 18.18). Visto como as colunas faziam parte integrante dos degradantes ritos religiosos cananitas, houve proibição no sentido de que se erigissem colunas ao lado do altar do Senhor, nos termos de Israel (cf Dt 16.22 e Os 10.2). A libação oferecida era geralmente derramada ao Senhor. Jamais deveria ser bebida (cf Nm 15.5-7 a respeito da referida libação como parte do culto em Israel). Sugere-nos a pessoa do Senhor Jesus que “derramou sua alma na morte” como sacrifício pelos homens (cf Sl 22.14 e Is 53.12).
* N. Hom. 35.15 O viver em comunhão com Deus ( isto é, em Betel) implica no seguinte: 1) Abolição de todos ídolos.(4); 2) Mudança do nome (10), que corresponde ao novo nome em Cristo (At 11.26); 3) Confiar em suas promessas (11-12); 4) Ver e ouvir a Deus (9, 13,14).
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