E ESTUDO NO LIVRO DE GÊNESIS
prema em sua existência (9). Como teria sido que José ofereceu resistência à tentação? 1) Ele se recusara mentalmente a, sequer, considerar a possibilidade de atender aos convites tentadores (10); 2) Ele manifestara sua recusa verbalmente (v 8); 3) Ele efetivara sua recusa mediante a fuga (cf 1Tm 6.11).
Texto áurio: Vendo, pois o seu senhor que o Senhor estava com ele e que tudo o que ele fazia o Senhor prosperava em sua mão (Gênesis 39: 3).
Leia Gênesis 39: 17-23; 40: 1-8.
Uma vez mais José é alvo de uma terrível injustiça. Com base em um falso testemunho, ele é condenado e trancado no cárcere junto com outros prisioneiros do rei. O Salmo 105: 18 descreve seu sofrimento físico e moral: “Cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferro”. E, uma vez mais, esses sofrimentos anunciavam os do Salvador. Lançaram as mãos em Jesus (Marcos 14 :46) , muitas falsas testemunhas foram apresentadas contra Ele ( Mateus 26: 59-60), com os malfeitores foi contado” (Marcos 15:28), Ele que “nenhum mal fez” (Lucas 23:41).
A prisão estava repleta de prisioneiros culpados. Quão comovente é ver José no meio deles, não considerando a si mesmo superior por ser inocente, nem se revoltando de alguma maneira, tampouco se desencorajando, e ainda não deixando de servir! Tudo isso só pode conduzir os nossos pensamentos ao Homem perfeito, que veio tomar parte em nossa condição miserável e sem esperança, com a finalidade de nos servir em amor. Ele “andou fazendo o bem”, como diz Pedro (Atos 10: 38), e acrescenta: “porque Deus era com Ele”. Este também foi, no caso de José, o seu consolo e o segredo de sua prosperidade, tanto na prisão como quando esteve com Potifar (39:3, 21,23). Que nós também possamos, sempre e em todo lugar, desfrutar desta feliz experiência!
COMENTÁRIOS
39: 20 Se Potifar tivesse crido naquela história contada por sua mulher, certamente teria executado a José. Queria tão somente salvaguardar o nome da família. Tudo se ajustava, perfeitamente, nos planos providencias de Deus com relação a José e ao seu povo escolhido.
39: 21 Há um paralelismo muito estreito entre o comportamento de José e o de Cristo, quando diante de situações adversas e de falsas acusações, ambos as recebiam sem murmuração, como expressões da vontade de Deus (cf Is 53.7). Como Cristo, José não sofrera por erro algum cometido, mas sim, em virtude da retidão da conduta.
40: 4 A responsabilidade aqui atribuída a José, bem como a posição anterior de mordomo, exercida na casa de Potifar, proporcionaram-lhe treinamento necessário
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Texto áurio: Vendo, pois o seu senhor que o Senhor estava com ele e que tudo o que ele fazia o Senhor prosperava em sua mão (Gênesis 39: 3).
Leia Gênesis 39: 17-23; 40: 1-8.
Uma vez mais José é alvo de uma terrível injustiça. Com base em um falso testemunho, ele é condenado e trancado no cárcere junto com outros prisioneiros do rei. O Salmo 105: 18 descreve seu sofrimento físico e moral: “Cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferro”. E, uma vez mais, esses sofrimentos anunciavam os do Salvador. Lançaram as mãos em Jesus (Marcos 14 :46) , muitas falsas testemunhas foram apresentadas contra Ele ( Mateus 26: 59-60), com os malfeitores foi contado” (Marcos 15:28), Ele que “nenhum mal fez” (Lucas 23:41).
A prisão estava repleta de prisioneiros culpados. Quão comovente é ver José no meio deles, não considerando a si mesmo superior por ser inocente, nem se revoltando de alguma maneira, tampouco se desencorajando, e ainda não deixando de servir! Tudo isso só pode conduzir os nossos pensamentos ao Homem perfeito, que veio tomar parte em nossa condição miserável e sem esperança, com a finalidade de nos servir em amor. Ele “andou fazendo o bem”, como diz Pedro (Atos 10: 38), e acrescenta: “porque Deus era com Ele”. Este também foi, no caso de José, o seu consolo e o segredo de sua prosperidade, tanto na prisão como quando esteve com Potifar (39:3, 21,23). Que nós também possamos, sempre e em todo lugar, desfrutar desta feliz experiência!
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39: 20 Se Potifar tivesse crido naquela história contada por sua mulher, certamente teria executado a José. Queria tão somente salvaguardar o nome da família. Tudo se ajustava, perfeitamente, nos planos providencias de Deus com relação a José e ao seu povo escolhido.
39: 21 Há um paralelismo muito estreito entre o comportamento de José e o de Cristo, quando diante de situações adversas e de falsas acusações, ambos as recebiam sem murmuração, como expressões da vontade de Deus (cf Is 53.7). Como Cristo, José não sofrera por erro algum cometido, mas sim, em virtude da retidão da conduta.
40: 4 A responsabilidade aqui atribuída a José, bem como a posição anterior de mordomo, exercida na casa de Potifar, proporcionaram-lhe treinamento necessário
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