E ESTUDO NO LIVRO DE GÊNESIS
Texto áureo: E, vindo, ele [Jesus]evangelizou a paz a vós que estáveis longe e aos que estavam perto (Efésios 2:17).
Leia Gênesis 40: 9-23.
Nestes dois servos do rei do Egito, o copeiro-mor e o padeiro-mor, temos uma amostra de toda a humanidade. “Porque não há diferença, porque todos pecaram”, declara a Escritura (Romanos 3: 22-23) Todos pecaram contra Deus, todos merecem Sua ira e Seu juízo. Mas agora vem a diferença. Alguns acolheram pela fé as boas novas de salvação oferecidas pela graça de Deus. Aos outros resta a terrível antecipação da segunda morte. No mundo não existe outra condição a não ser essas duas: estar salvo ou perdido. A qual grupo você pertence?
Ao contrário do padeiro-mor que não pôde mais escapar do juízo do rei, hoje ainda é possível, quando alguém aceita o evangelho da graça, ser transformado da condição de pecador perdido para a de redimido por Cristo.
Os dois malfeitores na cruz ilustram ainda melhor essas duas classes nas quais a humanidade está dividida. Um deles permanece insensível e morre em seus pecados. Mas o outro, em resposta à sua oração: “Jesus, lembra-te de mim”, recebe esta maravilhosa resposta de Jesus “Hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23: 42-43). Como José é aqui o mensageiro da graça irrestrita, assim é Jesus, que foi o primeiro a pregar a salvação e as boas novas da paz (Efésios 2:17).
COMENTÁRIOS
NCB - JOSÉ INTERPRETA OS SONHOS DO COPEIRO E DO PEDREIRO (40:4-33). O copeiro-mor... o padeiro-mor(2). Provavelmente esses homens ocupavam altos postos oficiais na corte egípcia. Sonharam um sonho (5). Os dois sonhos registrados neste ponto, juntamente com os sonhos de Faraó, adiante, parecem ter sido divinamente dados com o fim de fazer José comparecer a presença de Faraó. Foi por causa de seus sonhos que esses irmãos o odiaram; foi mediante a ajuda de sonhos que José foi exaltado no Egito. Ninguém há que o interprete (8). Com essas palavras os oficiais que não tinham acesso aos “sábios”. Havia uma vide diante de minha face (9). O cristianismo destrutivo costuma a verdade desta narrativa, baseando-se na suposição que a vide não era cultivada na Egito.
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Leia Gênesis 40: 9-23.
Nestes dois servos do rei do Egito, o copeiro-mor e o padeiro-mor, temos uma amostra de toda a humanidade. “Porque não há diferença, porque todos pecaram”, declara a Escritura (Romanos 3: 22-23) Todos pecaram contra Deus, todos merecem Sua ira e Seu juízo. Mas agora vem a diferença. Alguns acolheram pela fé as boas novas de salvação oferecidas pela graça de Deus. Aos outros resta a terrível antecipação da segunda morte. No mundo não existe outra condição a não ser essas duas: estar salvo ou perdido. A qual grupo você pertence?
Ao contrário do padeiro-mor que não pôde mais escapar do juízo do rei, hoje ainda é possível, quando alguém aceita o evangelho da graça, ser transformado da condição de pecador perdido para a de redimido por Cristo.
Os dois malfeitores na cruz ilustram ainda melhor essas duas classes nas quais a humanidade está dividida. Um deles permanece insensível e morre em seus pecados. Mas o outro, em resposta à sua oração: “Jesus, lembra-te de mim”, recebe esta maravilhosa resposta de Jesus “Hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23: 42-43). Como José é aqui o mensageiro da graça irrestrita, assim é Jesus, que foi o primeiro a pregar a salvação e as boas novas da paz (Efésios 2:17).
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NCB - JOSÉ INTERPRETA OS SONHOS DO COPEIRO E DO PEDREIRO (40:4-33). O copeiro-mor... o padeiro-mor(2). Provavelmente esses homens ocupavam altos postos oficiais na corte egípcia. Sonharam um sonho (5). Os dois sonhos registrados neste ponto, juntamente com os sonhos de Faraó, adiante, parecem ter sido divinamente dados com o fim de fazer José comparecer a presença de Faraó. Foi por causa de seus sonhos que esses irmãos o odiaram; foi mediante a ajuda de sonhos que José foi exaltado no Egito. Ninguém há que o interprete (8). Com essas palavras os oficiais que não tinham acesso aos “sábios”. Havia uma vide diante de minha face (9). O cristianismo destrutivo costuma a verdade desta narrativa, baseando-se na suposição que a vide não era cultivada na Egito.
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