E ESTUDO NO LIVRO DE GÊNESIS
Mas, as investigações têm demonstrado que o uso da vide era bastante Mas, as investigações têm demonstrado que o uso da vide era bastante generalizado ali. O copo de Faraó (11). Interessante expressão idiomática hebraica é revelada nesta narrativa. Fiel ao costume egípcio, o copeiro-mor descreveu como colocava o copo “sobre (heb.) a palma de Faraó”. José, em sua resposta, diz: “Darás o copo de Faraó dentro (heb.) de sua mão”. Os copos egípcios não tinham hastes nem asas, pelo que eram colocados na mão. Detalhes não-propositais, tais como esses, falam em favor da veracidade do registro. Roubado da terra dos hebreus (15). Essa afirmação de maneira alguma contradiz os acontecimentos que tiveram lugar, segundo descritos no capítulo 37. Era uma maneira cavalheiresca de dizer o que havia acontecido. Note-se, igualmente, quão pouco ele expôs o pecado da mulher de Potifar. A “terra dos hebreus” significa a terra onde os estabelecimentos hebreus eram conhecidos como no processo de instalação. Cestos brancos estavam sobre minha cabeça (16) . Antigas gravuras egípcias têm demonstrado que era assim que os padeiros carregavam suas cestas. Levantará a tua cabeça sobre ti, e te pendurará num pau (19). As cinco últimas palavras fazem toda a diferença entre o que aguardava os dois cortesãos (conf. V.13). Dia do nascimento de Faraó (20). Os Faraós celebravam seus aniversários natalinos com grandes reuniões, e também com libertação de prisioneiros, O copeiro-mor e o padeiro-mor eram pessoas de grande responsabilidade. Cumprir-lhes-ia exercer vigilância para que fossem frustrados os constantes atentados contra a vida do Faraó. As evidências acumuladas contra o padeiro teriam comprovado que, não o copeiro-mor, mais sim o superintendente da panificadora real estaria seriamente comprometido.
40. 23 A ingratidão do copeiro-mor está demonstrada no fato do esquecimento a que José ficara relegado. Aquele profundo desapontamento de José, pois que teve de continuar naquela prisão, injustamente, por mais de dois anos, Deus o tornou útil (pois ele não o haveria de esquecer) fazendo-o ainda mais capacitado para a oportuna exaltação a primeiro ministro. Digno de comparação é o caso dos quarenta anos que Moisés passara no deserto de Mídia, aguardando o tempo que Deus havia estabelecido para constituí-lo líder do povo de Israel na libertação do Egito. * N.Hom. José teve oportunidade de aprender três coisas: 1) Os caminhos divinos são mais sábios - “Toda disciplina, no momento, não parece motivo de alegria” (Hb 12. 1); 2) O tempo que Deus estabelece é o melhor – o relógio da providência divina não falha (cf Jo 2.4, 7.6, 12.23, 13.1 e 17.1); 3) A graça divina era mais do que suficiente – observe-se a maneira como José, sem murmurações, ia enfrentando todas as injustiças; o ânimo inquebrantável que conservava no meio de tantos sofrimentos; a simpatia que demonstrava em face das aflições alheias: e finalmente, a resignação com que se havia quando apanhado pelas surpresas desagradáveis. Tudo isso nos é possível ainda hoje, sob a graça de Deus (cf 2Co 12.9).
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40. 23 A ingratidão do copeiro-mor está demonstrada no fato do esquecimento a que José ficara relegado. Aquele profundo desapontamento de José, pois que teve de continuar naquela prisão, injustamente, por mais de dois anos, Deus o tornou útil (pois ele não o haveria de esquecer) fazendo-o ainda mais capacitado para a oportuna exaltação a primeiro ministro. Digno de comparação é o caso dos quarenta anos que Moisés passara no deserto de Mídia, aguardando o tempo que Deus havia estabelecido para constituí-lo líder do povo de Israel na libertação do Egito. * N.Hom. José teve oportunidade de aprender três coisas: 1) Os caminhos divinos são mais sábios - “Toda disciplina, no momento, não parece motivo de alegria” (Hb 12. 1); 2) O tempo que Deus estabelece é o melhor – o relógio da providência divina não falha (cf Jo 2.4, 7.6, 12.23, 13.1 e 17.1); 3) A graça divina era mais do que suficiente – observe-se a maneira como José, sem murmurações, ia enfrentando todas as injustiças; o ânimo inquebrantável que conservava no meio de tantos sofrimentos; a simpatia que demonstrava em face das aflições alheias: e finalmente, a resignação com que se havia quando apanhado pelas surpresas desagradáveis. Tudo isso nos é possível ainda hoje, sob a graça de Deus (cf 2Co 12.9).
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